Taxa de depreciação

Taxa de depreciação: entenda o que e como ela é aplicada

Tanto para quem investe no mercado de capitais quanto para quem é dono de um negócio, entender o que é a taxa de depreciação é bem importante. No entanto, é comum que poucos realmente saibam o que é a depreciação.

Assim, não basta apenas o desejo de investir, abrir seu negócio ou comprar empresa, conhecer alguns conceitos básicos é bem importante.

Sendo assim, para te ajudar a entender mais, separamos neste artigo o que você precisa saber sobre a taxa de depreciação. Confira mais a seguir!

Taxa de depreciação: o que é?

Antes de mais nada, vamos entender o que é a depreciação. Em resumo, por ter diferentes classificações.

Uma delas diz que ela é parte do encargo que um bem sofre periodicamente. Assim, seja por uso, desgaste ou obsolescência, parte do valor do bem adquirido é reduzido.

No entanto, no contexto contábil, a taxa de depreciação pode ser descrita como um recurso cujo objetivo é atribuir custo financeiro para um ativo tangível.

Dessa forma, as empresas consideram esse conceito para ativos de longo prazo, especialmente para fins contábeis e fiscais. Na prática, a depreciação pode ser descrita como um cálculo contábil.

Para fins fiscais, a taxa de depreciação pode ser utilizada para deduzir os custos que um ativo tangível comprados como despesas comerciais.

Depreciação na contabilidade

Assim, é possível afirmar que a depreciação nada mais é do que a perda de valor de um bem decorrente de seu uso. Aplicada em para bens que compõem o ativo permanente de uma empresa, a taxa de depreciação deve ser considerada para levantamentos contábeis.

Isto é, o ativo permanente geralmente faz referência ao ativo imobiliário, bens que auxiliam na atividade e processos da empresa.

Assim, a taxa de depreciação é contabilizada como custo ao corresponder diretamente na produção. Dessa forma, ela se trata de um recurso que possibilita a anulação de quantias de um ativo que perde seu valor.

Taxa de depreciação: como funciona

Taxa de depreciação: como funciona?

Mas como a taxa de depreciação funciona na prática? Que ela tem diferentes conceitos e aplicações, isso você já sabe. No entanto, é importante entender mais sobre o seu funcionamento.

Como já indicado, ela é usada como um recurso contábil, que atribui um custo aos bens ao longo de um período determinado. Dessa maneira, ela atua como uma forma de sempre atualizar o valor desse bem determinado.

O desgaste natural ou por obsolescência deve ser considerado um custo, já que afeta diretamente os recursos de uma empresa. Assim, é possível entender o percentual de desgaste de um bem, aplicando sobre o valor original para chegar ao valo real.

Contudo, é bem importante entender que, mesmo com a taxa de depreciação, o valor de um bem nunca chegará a zero.

Onde ela é aplicada no contexto empresarial?

Levando a taxa de depreciação ao contexto empresarial, ela é aplicada para em bens que serão mantidos sob sua posse por mais de um ano. Isto é, por esse período, o bem entrará no ano contábil, sendo necessário realizar o cálculo.

Dessa maneira, a taxa é usada somente para bens permanentes e necessários para as atividades e processos de uma organização.

Sendo assim, é possível afirmar que a depreciação é aplicada sobre bens essenciais para a manutenção da empresa. No geral, a taxa é aplicada especialmente para bens como imóveis, automóveis, móveis de uso do cotidiano e maquinários.

Para que serve a taxa de depreciação?

Com todas essas informações, é possível afirmar que a taxa de depreciação atua especialmente para contabilizar possíveis perdas com o valor de bens que uma organização possua.

O desgaste, ao ser contabilizado, é uma forma de lidar com as perdas em razão da desvalorização. Assim, seja qual for a razão do desgaste ou perda de valor, a depreciação é a mesma.

De modo geral, a principal função da taxa é reduzir o lucro contábil, razão pela qual é sempre importante utilizar de forma eficiente. Caso contrário, é bem provável que a desvalorização gere perda de recursos e lucro.

Ativos e bens de uma empresa sofrem com a depreciação todos os anos. Com isso, é necessário realizar uma contabilidade eficiente, especialmente para realizar a Declaração Anual de Ajuste do Imposto de Renda.

Para que serve a taxa de depreciação

Bens depreciáveis e não depreciáveis

Entretanto, nem todos os bens de uma organização são compreendidos pela taxa de depreciação. Assim, é possível listar tanto bens depreciáveis quanto não depreciáveis pertencentes a uma empresa.

Dessa maneira, é importante entender e diferenciar cada um deles para não errar na hora de fazer as contas. Confira a seguir mais sobre ambos os tipos e quais bens se encaixam em cada um.

Bens depreciáveis

Como já destacado aqui, os bens depreciáveis são aqueles que permanecem em posse da empresa, uteis para suas atividades e processos. No geral, o tempo de uso ultrapassa um ano.

Assim, é possível listar como bem depreciável os imóveis, comprados ou alugados, utilizados nas atividades da empresa. Bens imóveis essenciais ao desempenho, máquinas e equipamentos, além de veículos, também são listados como depreciáveis.

Bens não depreciáveis

Por sua vez, os bens não depreciáveis são aqueles que não essenciais para a atividade de uma empresa. Terrenos e imóveis não utilizados nas atividades, além de bens que podem se valorizar, como obras de arte, são alguns exemplos.

Além disso, itens e bens que tenham uma vida útil menor do que um ano, não entrando no ano contábil da empresa, também se encaixam aqui.

Conclusão

Apesar de não ser um conceito de fácil entendimento, é possível compreender que a taxa de depreciação tem uma aplicação importante nas empresas.

Especialmente quando falamos em um contexto contábil, ela auxilia tanto na manutenção de recursos e lucros, quanto nas contas e demonstrativos que a organização deve apresentar.

Dessa forma, é por meio do cálculo dessa taxa que um negócio pode prever a desvalorização de seus bens, adotando estratégias e práticas para que essas perdas não afetem seu lucro e demais recursos.